Made In Heaven

A humanidade não é um estado a que se ascenda. É uma dignidade que se conquista.

Archive for Junho 2007

Acho que agora sim, consigo sentir o prazer de esconder um segredo

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Written by meph

Junho 27, 2007 at 11:11 pm

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Acho que agora sim, consigo sentir o prazer de esconder um segredo

Written by meph

Junho 27, 2007 at 11:06 pm

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É dificil amar aquilo que se conhece

Assim como é mais fácil amar aquilo de que não se conhece tanto…

De início tudo é fascinante. Tudo é tudo aquilo com que sempre sonhámos. Apodera-se um interesse tal e uma curiosidade que chega a doer de tanta vontade de dominar qualquer ligação com o fruto. Ao mesmo tempo que nos passa pela cabeça todas as ideias, enquanto somos os mais originais e a nossa imaginação é a mais abençoada tanto pela luz do dia como da noite; passamos por uma série de fases que em comum têm o facto de termos como chão a lâmina de uma espada, afiada pelo que ainda não nos fez cair e ser crescente a esperança tal como o desespero de querermos chegar mais além, mesmo que já tenhamos passado todos os limites, fugindo de tudo quanto é fagulha.

Um contraste. Uma contradição. O princípio de uma mudança que começa a se fazer sentir, em que todo o interesse é agora mais fundamentado não sei em quê, não sei como, não sei quando nem onde. É apenas belíssimo que seja.
Espera-se progressos. Espera-se de um Deus atento a resposta e procura-se a confirmação enquanto se faz este caminho solitário, pregando às rochas mais altas que um dia ainda o mar as toca.

É mais que uma cegueira. É assim como uma lâmina artista, que faz sangrar muito depois.
É dançar de pés molhados sobre um chão onde não chove.

Written by meph

Junho 26, 2007 at 10:29 pm

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É difícil amar aquilo que se conhece

Assim como é mais fácil amar aquilo de que não se conhece tanto…

De início tudo é fascinante. Tudo é tudo aquilo com que sempre sonhámos. Apodera-se um interesse tal e uma curiosidade que chega a doer de tanta vontade de dominar qualquer ligação com o fruto. Ao mesmo tempo que nos passa pela cabeça todas as ideias, enquanto somos os mais originais e a nossa imaginação é a mais abençoada tanto pela luz do dia como da noite; passamos por uma série de fases que em comum têm o facto de termos como chão a lâmina de uma espada, afiada pelo que ainda não nos fez cair e ser crescente a esperança tal como o desespero de querermos chegar mais além, mesmo que já tenhamos passado todos os limites, fugindo de tudo quanto é fagulha.

Um contraste. Uma contradição. O princípio de uma mudança que começa a se fazer sentir, em que todo o interesse é agora mais fundamentado não sei em quê, não sei como, não sei quando nem onde. É apenas belíssimo que seja.
Espera-se progressos. Espera-se de um Deus atento a resposta e procura-se a confirmação enquanto se faz este caminho solitário, pregando às rochas mais altas que um dia ainda o mar as toca.

É mais que uma cegueira. É assim como uma lâmina artista, que faz sangrar muito depois.
É dançar de pés molhados sobre um chão onde não chove.

Written by meph

Junho 26, 2007 at 9:56 pm

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?tudo é uma questão sobretudo de perspectiva

Written by meph

Junho 23, 2007 at 11:18 pm

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ahhhhhhhhhhhhh inferno frio

O jeito, a forma como as coisas acontecem penso que seja o factor mais relevante para começar então por perceber até que ponto certas influências me condicionam em determinados aspectos, já que quando nasci, nasci com todo o tempo do mundo, sem amarras e com a oportunidade de poder ter a oportunidade fazer da minha vida o que eu quiser.
Pelo menos a importância que lhe dou já me fez ir de um extremo a outro…

Written by meph

Junho 23, 2007 at 11:11 pm

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uma primeira reflexão no inicio

Sinceramente não sei por onde começar, mas como sempre é seguindo o que sinto.
Senti que devia agora dar um passo de cada vez. Desta, mais consciente e mais seguro. Mais seguro em alguma coisa.

-Sabes, nunca pensei nas consequências. Nunca pensei que chegasse a este ponto tão cedo. Sempre soube que iria chegar, só não pensei que fosse já. Tinha-me mentalizado que o caminho era longo e afastei a ideia de uma mudança de extremo. Talvez gostasse de ter o mundo na mão e imaginar que um dia estaria também eu na mão de alguém.
Sempre soube que em contraditório, cometia erros e tentava disfarçá-los com um jeito livre e solto para que a ideia de erro assim como a imagem imatura estivesse o mais longe possível. Tudo tinha que ser relevante, exepto o facto de agir sem pensar.
Aí adoptei um estilo que comprovava o contrário e assim me alegrava ao ver o mundo ao fim da tarde. Tanto escondi que no mesmo rumo foram as noções. Em mistura e baralho, foi também o que mais precisava para ter o olho aberto e saber como agir. Andei na pior escola. Não aprendi a pensar mais à frente do que o segundo presente. Não fiz projectos e o mais longe que planeei foi até amanha… não amadureci nesse ponto. Fui vivendo mas me esqueci de aprender.
Até que me assustou a ideia de ser calculista, ou a de não ser espontaneo. E com isto frequentei a pior terapia na área do egocentrismo.
Não me ocorreu que não podia correr certos riscos, a ponto de tomar uma atitude em contrário. Nem tão pouco me ocorreu que se isso não me ocorresse, mais riscos corria…
Contraste. Tinha Deus e o Diabo na mão!

-Estou a ver…

-Tenta perceber, é importante pra mim que percebas. Ajuda-me quanto mais não seja nesta fase em que despertei e que acredito pela primeira vez que estou num caminho que me leva a algo concreto e positivo. Preciso do apoio de alguém que não me deixe cair em tentação. Sinto isso. Sinto que a qualquer momento posso cair de novo. É propício a isso. O que me leva a pensar que não fui assim tao fraco como possa parecer, sem que pareça desculpa. É sincero. E sinto uma certa dificuldade em acreditar no que sinto. Acho que é um sinal de que seria bom se conseguisse provar o que sinto.
A partir de agora, a minha força meço-a pela do meu adversário, depois do confronto.
Agora, ensina-me a preparar para que eu a saiba medir antes, porque hoje olho pra trás e vejo que tive mais que muitas oportunidades para tirar pelo menos uma lição da vida. Mas só hoje o fiz. Esteve em causa poder voltar a fazê-lo, ou não…

O primeiro passo é sentar a inconstância à mesa e tentar perceber porquê, com um diálogo que permite imaginar enquanto se arranja justificações para o facto de simplesmente se ser.
Como um pai faz com um filho…

Written by meph

Junho 23, 2007 at 3:23 pm

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