Made In Heaven

A humanidade não é um estado a que se ascenda. É uma dignidade que se conquista.

Archive for Agosto 2007

Apetece-me sentar e ouvir uma história

Written by meph

Agosto 27, 2007 at 12:31 pm

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Hi Captain II

Assim como as pessoas que acreditam em mim e esperam algo da minha parte, também eu acredito nelas e delas espero alguma coisa. Acontece que podem existir todos os laços; fazer-se questão de construir tudo e mais alguma coisa, com o tempo a dar uma mãozinha; mas confiança é coisa que não impera desde sempre. Já se ouviu falar de mim, a cada passo, certo-errado, cada gesto, cada olhar, cada toque, cada cruzada… Já ouvi falar de toda a gente, do lado, do outro lado e do mesmo jeito. É vício? Necessidade? Tesão?
No círculo, somos selectivos. Muito, que não esquecemos quem nos olhou daquele jeito, mesmo que não faça sentido que isso volte a acontecer..
A sós não faz sentido, juntos também não. Mas quando passamos à frente dos olhos uns dos outros, sentimo-nos grandes e com vontade de abraçar a rua.

Apetece-me ganhar o jogo com um Às sem ser de trunfo!

Written by meph

Agosto 21, 2007 at 6:07 pm

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É triste se tu perdes uma oportunidade que até querias porque não agiste,
por orgulho e teimosia. Se a perdes, deverias ficar triste contigo mesmo, e não
te sentires orgulhoso porque foste teimoso. Ao fim ao cabo deixaste a tua
natureza manifestar-se, mas lembra-te que o preço que pagas é teres perdido uma
oportunidade.
Agora, consola-te ao pensar que haverá mais oportunidades e
que a próxima pode até ser melhor. Acomoda-te, sei lá… Mas lembra-te; aquela,
perdeste-a para sempre.

Written by meph

Agosto 18, 2007 at 9:11 pm

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A Isabel manifesta e quem sou eu para não atender.

As maravilhas da minha vida vão do mais absurdo pormenor à mais concreta teoria e ao momento mais bem vivido, dançado sobre mel.
Nunca pensei sobre isto. Nunca parei para eleger 7 maravilhas da minha vida, mas curisosamente as 7 maravilhas da minha vida são aqueles momentos da minha vida em que eu parei e vivi intensamente. São aqueles momentos que deixaram saudades e me fizeram custar avançar. Nem sempre me fizeram sorrir, mas sempre me ensinaram que há mais do que ser feliz.

Perceber a tempo que se tem que ter certos cuidados com a saúde e que as consequências de não os ter, são demais perigosas. Foi há muito tempo e ensinou-me a ser responsável, o que é maravilhoso.
Sentir o caminho certo para atingir aquilo que eu quero. Conseguir conquistar a minha liberdade. Caminho bom esse, mas nem sempre fácil. Custou-me bastante gerir prioridades, porque nem sempre tive alguém que me dissesse o que era certo ou errado. Foi com as minhas pernas, o que é maravilhoso também, poder dizer que consquistaste o troféu com o teu próprio trabalho.
Parei, para pensar. Para perceber porque é que não tinha amigos. Porque é que, no fundo, aparentava algo que não era e mesmo assim continuava a sê-lo. Havia algo com muita força a puxar-me para não sei bem onde. O maravilhoso disso é que conseguia conquistar os outros através do que lhes conseguia fazer ver. Uma vitória maravilhosa.
Parei durante algum tempo e dei-me conta disso quando percebi que o meu caminho já não era só para conquistar a minha liberdade. Era já mais que isso. Tinha agora liberdade de escolher mais alguma coisa para que a minha vida fizesse sentido. Ou era inevitável.
Escolhi entender tudo o que se relaciona com a motivação, os meios que se utilizam para atingir tal fim, e as consequências. Tudo à volta disto é uma refeição completa.
A vida começou a fazer mais sentido para mim, depois de ver alguém morrer à minha frente, uma, duas, três vezes… Estava ali, mesmo ao lado, e não me doeu nada. Apenas comecei a ver a vida fazer sentido de outro jeito. É começar a dar valor a outro tipo de coisas.
Preservar a ligação que tenho com certas pessoas que as ouço de longe, que deixam saudades e que nunca esquecem. Circuncantâncias que nos fazem amar distante, cuidando, protegendo, dedicando.
Tudo isto sem uma banda sonora, sentido, não faria nenhum.

Pecado Original
S.
Vanessa
Denise
Vera
Silvia
Salve Jorge

Sintam-se convidados

Written by meph

Agosto 17, 2007 at 6:21 pm

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Não é história. Não é saudade. Não é nada.
Mas um dia eu lembrei. Um dia eu senti falta. Um dia também eu joguei tudo ao alto e quis começar de novo.

Acreditais se vos disser que de todas as palavras que conheço não sai uma frase que legende aquele quase por do sol? Acreditais. Mas já com certa dificuldade receberieis da mesma estrela que eu, a emoção de poder partilhar emoções para as quais não há espaço para legenda.
Não foi história. Não foi saudade, não foi nada.

Written by meph

Agosto 17, 2007 at 6:04 pm

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Equilíbrio

Hoje em dia é tão fácil perder a cabeça. Jogar ao alto tudo em que se acredita e seguir os instintos. Seguir o cheiro e suar sem ter corrido. É cada vez mais fácil deixar a natureza operar.
É mais fácil pensar que é passageiro, temporário. Vai deixar saudades, mas é diferente. É como que uma espécie de massacre. Tens a música lá fora e o espaço é pequeno cá dentro. Vais desencantar tudo e mais alguma coisa para que pareça que estás lá fora, mas que nunca deixaste de estar cá dentro. Adoras essa sensação, porque no fundo sabes que oportunidades não te faltam. E assim, tanto te fortaleces enquanto esperas pelas próximas, como quando elas chegarem tu estás pronto e receptivo.
Há toda uma lista de vantagens, quando te orientas no tempo, no espaço, por outros pontos que não os comuns. Aguça a sensação de liberdade. E mais se intensifica, quando tens outros gostos, quando a tua onda é outra que não a de toda a gente. Dá gozo remar contra a maré e ir vendo que te afastas cada vez mais, por um caminho que tão poucos têm coragem de seguir.
Depois há um tempo em que te bate à porta um balanço do que perdeste e do que ganhaste. Não fizeste muita coisa, fizeste muita coisa. Ganhaste muito, perdeste muito. És viciado em facas que cortem dos dois lados, e não consegues deixar de ficar triste porque perdeste muito, embora tenhas ganho outro tanto, nem consegues deixar de te alegrar porque ganhaste muito, porque perdeste muito também. Adoptas uma postura fria, idealista e notas que estás sózinho. Que és livre demais para a natureza que tens. Então começas a dar-te mais aos outros. De coração, um todo, porque é a única forma de não perderes mais do que já perdeste e ganhares mais do que já ganhaste. És aquele amigo que diz na cara aquilo que os outros dizem nas costas. Aquilo que os outros não têm coragem de dizer, é a palavra que reina da tua boca pra fora. És aquele que não conhecendo faz por ti o que os que te acompanham ano após ano, não fariam. És aquele que dá sem esperar nada em troca e mesmo que não te dê jeito, nunca se fica a saber, porque o que importa é que os outros sorriam, mesmo que tu te sintas no producto mais imperfeito que alguma vez se soube.
Enquanto isto, vais tomando consciencia de quem és agora, de que algo mudou e já não é tão passageiro e temporário como antes. Que é já filosofia que te caracteriza, divides-te. Apesar de teres apoio, sentes que queres estar em dois lugares ao mesmo tempo, que queres ser duas pessoas, numa só.
Por ser o relógio, o meio mais comum de orientação no tempo, a sensação de te orientares por outros pontos é melhor. Dá-te mais prazer. Vantagens mas, desvantagens também as há. Desvantagens essas que em períodos mais sensíveis, te podem levar a duvidar das tuas escolhas e a por em causa todo um trabalho solidário para com os outros. Porquê ideia tão absurda? Porque há alturas em que precisas de fazer algo por ti e não o fazes. Porque há momentos em que deixaste de se tu mesmo, para seres outro, para que outra pessoa seja ela mesma.
Nunca chegas a ter uma atitude relevante ao ponto de mudar algo em ti.
És muito exigente com os outros, e eles nem sabem. Exiges muito de ti também, mas és tão alentejano que não fazes, vais fazendo!

Written by meph

Agosto 12, 2007 at 2:03 am

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Lamento, se todos dias vem a cima um pouco do que não conheces de mim.
Desculpai Alteza, pelo motivo de isto acontecer. Vem com o Sol…

Written by meph

Agosto 11, 2007 at 9:03 pm

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