Made In Heaven

A humanidade não é um estado a que se ascenda. É uma dignidade que se conquista.

Archive for Setembro 2007

teoria da conspiração/esboço de uma sociedade de rascunho/mundo em nós-nós no mundo

Nenhum rasgo de confiança que exorte ao desafio se manifesta sem o mínimo estímulo-através, por exemplo da informação clara, precisa e sobretudo honesta, assumindo riscos saudáveis e formadores. A ausência de tal, é usada num jogo desonesto e desleal por parte de quem domina a favor da vaidade. Portugal é hoje um país de insegurança, um país geralmente desanimado. É um país que desistiu há muito dos seus objectivos e que mudou de intervenientes na luta pela melhoria. Portugal é hoje, um país desmotivado. Vitória dos sucessivos governates, que em prol do prestígio e de todo o rol de adjectivos sinónimos e vizinhos, frequentemente desmotiva os seus cidadãos. Contudo, parte da taça pertence também a tais condóminos descontentes com obras à porta, por não terem também tido a capacidade de resistir às investidas sobre si. Há quem declare guerra aberta, há quem ignore e se contente. Há também quem faça um pouco mais, mas perante as características e regras do jogo, diria eu que tudo isto não passa de um treino. E representando uma hipócrisia de cura, a verdade é que “se um não quer dois não brigam”.

A explicação pode estar na conduta de certas formações pessoais, experiências de vida e influências afectivas, a falta de-e a forma como foram encaradas e o sentido que lhes foi empregue. Claro é, que condicionam tanto ou tão pouco, que pode aí estar a resposta à seguinte questão que sinceramente me atormenta: Quais são os motivos para que, hoje, estejamos a sofrer na pele todo um percurso feito em nome da evolução?

Repare-se que o sofrimento que hoje muitos sentem tem a ver com escolhas próprias, influenciadas por uma batalha entre . Não somos nós capazes de nos sobrepor ao vacilo? Será que se deixou que simplesmente o vacilo ganhasse terreno sobre o descernimento? Dá que pensar.

Proponho uma reflexão “universal” com o objectivo apenas de chegar a uma conclusão. Da mais descabida à mais coerente, (depende de quem a faça). Podemos ter como referência uma noção que muito ajudaria a ganhar aquele espírito de luta, de batalha pelos objectivos, que está na quantidade de fé e crença que alguns empregam no caminho que fazem para chegar onde querem. Não trago aqui exemplos práticos. A ideia é mesmo que se dê asas à imaginação, a partir de uma fase em que o que sai tem que ter mais força do que o que entra. Deixaria sorrisos, sensação de conforto e o renascer da esperança e da crença de se poder mudar o mundo a muita gente especial e que é desconhecida de quem há muito bloqueou um sistema que poderia ter sido quase-perfeito. Quem influencia.

Honestamente não consigo dizer de minha opinião, se o petróleo, inevitávelmente, se teria tornado o producto mais cobiçado em toda a terra, se, naturalmente, as caridades e as compaixões, na altura ideal, se tivessem tornado o objectivo número um e o orginal “Special One” da humanidade. Com toda a certeza posso afirmar e até defender que hoje teríamos não um mundo lamechas e ingénuo se, a tempo, tivessemos mudado de direcção. Talvez por receio de arriscar e jogar uma cartada desconhecida, hoje temos um mundo cruel, frio, mesquinho, hipócrita, sujo e vaidoso.
Salientar os pontos positivos? Mas é claro, sem a menor sombra de dúvida, até porque é uma das melhores armas que nos deixaram, a motivação! Apesar de estarmos afundados num buraco tão profundo que já nem existe o degrau que permite descer mais fundo.

O valor da minha imaginação é caracterizado quando sinceramente digo que não sou contra um dirrector geral dos impostos ser assalariado mensalmente muito acima de um

primeiro-ministro, mas sim contra um “trolha” dormir num contentor e lavar a maçã do almoço com a mangueira de encher o balde usado pela senhora da limpeza! Isto sim me revolta. Já que vivemos num mundo que na sua maioria o valor das escolhas pessoais de cada um é penalisado por um sistema que favorece os endinheirados, ou vice versa, dou-me ao luxo de por Dezembro escrever ao Pai-Natal a pedir um kit de transformação para um mundo em que o dinheiro vem pela felicidade e não um mundo em que a felicidade vem pelo dinheiro.
Para um mundo que sabe perceber as diferenças e que assim não as menospreze de forma alguma.Até que se perceba que a verdadeira felicidade consiste simplesmente em ser feliz.
Proponho uma alteração ao Código Penal. Que se inclua, considerando crime grave o bloqueio mental sob qualquer forma de actuação, sujeito a indeminização justificativa dos danos causados. Mas lá está, uma indeminização não monetária.

O meu conceito sobre conceitos não é um atentado sob forma tentada. É apenas a voz de uma alternativa disponível, que acredita que da ideia à concretização, a receita é simples e clara. Tentar para conseguir.

Emociono-me com o sorriso de uma criança, revolto-me com as miseráveis condições de vida muitas vezes impostas e outras ignoradas a muita gente, choro quando magoo, sofro por mim porque sei que não estou sózinho.

A Deus, peço que o caminho que sigo, seja não aquele em que eu brilho ou sou reconhecido, mas aquele em que eu possa fazer alguma coisa útil, “seja lá o que for que isso quer dizer”!

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Written by meph

Setembro 27, 2007 at 5:14 pm

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Profeta

A vida é egoista ao ponto de quase nos fazer crer que faz sentido mesmo que não o sintamos. Que vale a pena para o que nos rodeia, mesmo que para nós não faça. Que tenhamos já um pé dentro e outro fora do espírito – esse quase que nos faz agir em função dos outros, é egoismo de ponta. Na outra ponta está o nosso. Egoismo com egoismo de paga!
Valha-nos o Amor

Written by meph

Setembro 26, 2007 at 6:44 pm

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:´ (

Duma pessoa que nos é bastante próxima, mesmo dentro de nossa casa, podemos dizer tudo e mais alguma coisa de extremo positivo. Levamos o tempo todo da nossa vida a dizer que essa pessoa é o melhor que nos aconteceu, interagimos com essa pessoa e com os outros perante ela, etc. É a melhor pessoa que já existiu no mundo.
Um dia acordamos e normalmente fazemos a nossa vida, senão quando, enquanto recordamos certos momentos em que fomos felizes com um sorriso na cara, de repente vem como que num turbilhão de incertezas e pensamentos menos dignos, um consolidar rápido no raciocínio e nos apercebemos que no fundo, não a conhecemos. Já não nos parece tão próxima quanto isso e arrisco um distante bem longe. Invade uma sensação de vazio e instabilidade. Insegurança, pois claro. Rapidamente tentamos arranjar uma desculpa como explicação porque nos custa aceitar a idéia de que andámos a perder tanto e tanto tempo.
Mais, tratamos essa pessoa abaixo de cão muitas vezes, em momentos em que até vamos buscar forças ao sub-mundo para atingir essa pessoa, com palavras, gestos e tudo mais que nos vem à cabeça sei lá vindo de onde, pelo entusiasmo autoritário, sarcasmo puro como a cocaína. Fervendo em maldade, maltratamos, espezinhamos…
Sinto-me culpado, porque particularmente não me arrependo de nada do que fiz enquanto estive distante dessa pessoa. Enquanto optava claramente ou nem tanto por estar num lugar em que só cabia eu por acaso. Voltaria a faze-lo, assim o sinto. Mas… sinceramente, é uma divisão o que acontece assim.
Resta-me conhecer aquela pessoa de que toda a vida me orgulhei de falar, mas que no fundo talvez os outros a conheçam melhor do que eu. Resta a vontade de mudar, já que continuamos ligados.
Mais que isto, neste momento não posso fazer. Com muita pena minha.

Honestamente!

Written by meph

Setembro 21, 2007 at 5:42 pm

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Quando se acompanha de perto todo um leque de esquemas, nos quatro cantos do mundo, todos interligados, que dominam por interesses a maioria de um povo de várias nações, vem uma enorme vontade de dizer ao mundo que está enganado, que está a ser ludibriado com uma grande categoria.
Mas o patriotismo não chega para tanto. Zela-se pela própria segurança e faz-se o mundo andar para a frente, quebrando a segurança dos outros de um jeito subtil, perpicaz, certeiro e infalível.
As boas novas é que só é hipócrita quem se acanha. Ganha-se bem mais numa guerra do que na tentativa da paz. Chegámos ao ponto em que projectar a paz, a cada momento, dia após dia, com o contributo de cada um, apesar da nobreza da acção, é um projecto que não passa de “uma enorme força de vontade VS um rascunho que não compensa”.
Acredita, se tu visses o que eu vi, a tua cultura provavelmente seria outra.

Written by meph

Setembro 20, 2007 at 7:36 pm

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O sol já não queima. A chuva ja não molha. A lua já não brilha. A música parou. Eu já não preciso de ti.

Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca
Palavras de amor, de esperança
De imenso amor, de esperança louca

Written by meph

Setembro 20, 2007 at 7:20 pm

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Precisas de um bom motivo para dar um tiro no escuro?
Naa
Assim nunca o vais conseguir fazer.

Written by meph

Setembro 16, 2007 at 8:05 pm

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Mas as coisas mudam.
Mudam sempre.
E o jeito com que as encaras pode te fazer descer. Pode te fazer voltar atrás, às raizes e voltar a crescer.
Da terra, Memories!

Written by meph

Setembro 16, 2007 at 11:57 am

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