Made In Heaven

A humanidade não é um estado a que se ascenda. É uma dignidade que se conquista.

teoria da conspiração/esboço de uma sociedade de rascunho/mundo em nós-nós no mundo


Nenhum rasgo de confiança que exorte ao desafio se manifesta sem o mínimo estímulo-através, por exemplo da informação clara, precisa e sobretudo honesta, assumindo riscos saudáveis e formadores. A ausência de tal, é usada num jogo desonesto e desleal por parte de quem domina a favor da vaidade. Portugal é hoje um país de insegurança, um país geralmente desanimado. É um país que desistiu há muito dos seus objectivos e que mudou de intervenientes na luta pela melhoria. Portugal é hoje, um país desmotivado. Vitória dos sucessivos governates, que em prol do prestígio e de todo o rol de adjectivos sinónimos e vizinhos, frequentemente desmotiva os seus cidadãos. Contudo, parte da taça pertence também a tais condóminos descontentes com obras à porta, por não terem também tido a capacidade de resistir às investidas sobre si. Há quem declare guerra aberta, há quem ignore e se contente. Há também quem faça um pouco mais, mas perante as características e regras do jogo, diria eu que tudo isto não passa de um treino. E representando uma hipócrisia de cura, a verdade é que “se um não quer dois não brigam”.

A explicação pode estar na conduta de certas formações pessoais, experiências de vida e influências afectivas, a falta de-e a forma como foram encaradas e o sentido que lhes foi empregue. Claro é, que condicionam tanto ou tão pouco, que pode aí estar a resposta à seguinte questão que sinceramente me atormenta: Quais são os motivos para que, hoje, estejamos a sofrer na pele todo um percurso feito em nome da evolução?

Repare-se que o sofrimento que hoje muitos sentem tem a ver com escolhas próprias, influenciadas por uma batalha entre . Não somos nós capazes de nos sobrepor ao vacilo? Será que se deixou que simplesmente o vacilo ganhasse terreno sobre o descernimento? Dá que pensar.

Proponho uma reflexão “universal” com o objectivo apenas de chegar a uma conclusão. Da mais descabida à mais coerente, (depende de quem a faça). Podemos ter como referência uma noção que muito ajudaria a ganhar aquele espírito de luta, de batalha pelos objectivos, que está na quantidade de fé e crença que alguns empregam no caminho que fazem para chegar onde querem. Não trago aqui exemplos práticos. A ideia é mesmo que se dê asas à imaginação, a partir de uma fase em que o que sai tem que ter mais força do que o que entra. Deixaria sorrisos, sensação de conforto e o renascer da esperança e da crença de se poder mudar o mundo a muita gente especial e que é desconhecida de quem há muito bloqueou um sistema que poderia ter sido quase-perfeito. Quem influencia.

Honestamente não consigo dizer de minha opinião, se o petróleo, inevitávelmente, se teria tornado o producto mais cobiçado em toda a terra, se, naturalmente, as caridades e as compaixões, na altura ideal, se tivessem tornado o objectivo número um e o orginal “Special One” da humanidade. Com toda a certeza posso afirmar e até defender que hoje teríamos não um mundo lamechas e ingénuo se, a tempo, tivessemos mudado de direcção. Talvez por receio de arriscar e jogar uma cartada desconhecida, hoje temos um mundo cruel, frio, mesquinho, hipócrita, sujo e vaidoso.
Salientar os pontos positivos? Mas é claro, sem a menor sombra de dúvida, até porque é uma das melhores armas que nos deixaram, a motivação! Apesar de estarmos afundados num buraco tão profundo que já nem existe o degrau que permite descer mais fundo.

O valor da minha imaginação é caracterizado quando sinceramente digo que não sou contra um dirrector geral dos impostos ser assalariado mensalmente muito acima de um

primeiro-ministro, mas sim contra um “trolha” dormir num contentor e lavar a maçã do almoço com a mangueira de encher o balde usado pela senhora da limpeza! Isto sim me revolta. Já que vivemos num mundo que na sua maioria o valor das escolhas pessoais de cada um é penalisado por um sistema que favorece os endinheirados, ou vice versa, dou-me ao luxo de por Dezembro escrever ao Pai-Natal a pedir um kit de transformação para um mundo em que o dinheiro vem pela felicidade e não um mundo em que a felicidade vem pelo dinheiro.
Para um mundo que sabe perceber as diferenças e que assim não as menospreze de forma alguma.Até que se perceba que a verdadeira felicidade consiste simplesmente em ser feliz.
Proponho uma alteração ao Código Penal. Que se inclua, considerando crime grave o bloqueio mental sob qualquer forma de actuação, sujeito a indeminização justificativa dos danos causados. Mas lá está, uma indeminização não monetária.

O meu conceito sobre conceitos não é um atentado sob forma tentada. É apenas a voz de uma alternativa disponível, que acredita que da ideia à concretização, a receita é simples e clara. Tentar para conseguir.

Emociono-me com o sorriso de uma criança, revolto-me com as miseráveis condições de vida muitas vezes impostas e outras ignoradas a muita gente, choro quando magoo, sofro por mim porque sei que não estou sózinho.

A Deus, peço que o caminho que sigo, seja não aquele em que eu brilho ou sou reconhecido, mas aquele em que eu possa fazer alguma coisa útil, “seja lá o que for que isso quer dizer”!

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Written by meph

Setembro 27, 2007 às 5:14 pm

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