Made In Heaven

A humanidade não é um estado a que se ascenda. É uma dignidade que se conquista.

Archive for Fevereiro 2008

doze palavras

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Nunca viro costas a um desafio. Seria virar as costas a mim mesmo e neste caso à Daniela, coisa que não pode acontecer…

 Posso até dizer que não por palavras, gestos ou atitudes. Posso mostrar de várias maneiras, negar uma realidade evidente e torná-la em fantasia ou simplesmente partir pra outra. Trabalhar um personagem, dar-lhe vida e representá-lo do jeito que eu gostaria de ser, com outro toque, é como se me sentisse no céu e ir contanto essa experiência alivia o complexo de saber que a essência real fica lá, como se o perfume fosse o mesmo noutra pessoa, sempre e acontece que depois de se tornar vício, já não se sente vontade de voltar atrás. Só uma coisa faz crer que o nosso caminho é o mesmo-a esperança que os nossos caminhos se cruzem, mas ainda não consegui provar que Deus existe!

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Written by meph

Fevereiro 28, 2008 at 7:44 am

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Deveria eu, para atingir um outro diferente grau de popularismo, aliar-me a um esquema de um grupo integrado num certo espaço, há um certo tempo e com uma determinada consistência e influência?
hummmmmmmmm ;/

Deixaria de ser autêntico na minha onda e nas minhas convicções no que respeita à manutenção de meios, estratégias e tácticas para continuar a desenvolver a minha imagem, num certo espaço. Parece um projecto mas na prática até funciona, com o devido respeito e alicerces já estruturados.
Se há coisa que me aborrece fazer é planear seja o que for que esteja relacionado com o esquema comportamental num certo espaço e durante um certo tempo e se pensar nisso só na primeira pessoa então… mais aborrecido se torna. É uma tarefa tanto ao quanto complicada pela carga negativa que transporta, essa de representar um papel num certo espaço, durante um certo tempo. E como toda a carga negativa, mais momento menos momento tem que pairar no ar dum determinado espaço e durante um certo tempo; é agora, e como é óptimo fazê-lo de vez em quando!! Ajuda-me a descernir, a pensar sobre o assunto, como é óbvio. A forma como o faço ainda me fascina, já que ultimamente não tenho tido descargos de consciencia nem tenho trocado ideias com ninguém sobre isso.
Esse é outro ponto que tem feito sombra sobre mim. É o motivo por que me tenho isolado mais ultimamente. Sempre me isolei mas ultimamente tenho-o feito de outo jeito que por consequencia tem feito com que mais e mais me isole.
já antes se afastavam de mim e isso mantém-se, mas agora sinto diferente a maneira como o fazem; logo, penso que o estou a fazer de maneira diferente.
Exijo dos outros aquilo que é básico, mas de um jeito que nem sempre acontece. Manifestamente pode parecer um pouco forçado e percebo que “no fim da noite” acabo por entrar em choque, comigo mesmo.

Tudo se interliga e se torna um ciclo vicioso. Como quando antes, ao escrever, sentia um espirito de descoberta. A cada palavra surgia uma ideia, cada ideia sugeria muitas palavras e entretinha-me na organização das ideias através das palavras. Agora nao sei se perdi o dom de o fazer se são as ideias que já não se manifestam; se estou num estado de espirito em que uma palavra não é mais do que um conjunto de letras ou se não tenho tido tempo sequer para cultivar o estado de espírito, olhando para uma palavra.
Tenho uma mania… olhar para o que estou a escrever, e refiro isto porque ultimamente não sei o que é desenhar palavras senão palavras técnicas. Enfim…
Por vezes tenho a sensação do que o que escrevo é apenas literatura e os orgasmos  mentais que acontecem ao me lerem são meros frutos do resumo que as vossas cabecinhas fazem. É como se masturbarem com uma fotografia minha à frente.
Aos melhores e nem sempre acontece!

Written by meph

Fevereiro 25, 2008 at 4:51 am

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Uma viagem?

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Atravessar o mundo de uma ponta a outra sem que nada me capte a atenção ou distraia.

Written by meph

Fevereiro 13, 2008 at 12:21 pm

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Globalização?
É ter o mundo numa mão cada vez mais calejada

Written by meph

Fevereiro 10, 2008 at 5:30 pm

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A meditação é uma aventura. A maior aventura que a mente humana é capaz de empreender. A meditação é simplesmente estar. Não fazer nada – ausência de acção. Ausência de pensamento e de emoção. Simplesmente está e é um enorme deleite. De onde vem este deleite quando não estás a fazer nada? Vem de nenhures. Ou vem de toda a parte. Não tem causa. Porque a existência é feita da matéria chamada alegria! A meditação não é uma mera técnica. Não se aprende. É um crescimento, provém da vivência total. Precisamente como o amor. Tem de crescer em direcção à meditação.

Em tudo é preciso uma dose incerta de loucura. Uma coragem arificial, uma coisa simples.

Written by meph

Fevereiro 5, 2008 at 1:39 am

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tantas maneiras de expressar uma emoção e há quem escolha o silêncio, logo o mais contagioso…

Written by meph

Fevereiro 1, 2008 at 2:18 pm

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